Maioria do tribunal valida decreto do presidente, mas afirma que implementação vai definir se ordem é lícita. Em uma decisão de emergência, os ministros afirmaram que Trump poderia avançar na implementação de um decreto que havia assinado, determinando que o Serviço Postal dos EUA ajudasse a decidir quais eleitores deveriam receber cédulas para votar pelo correio. De acordo com o decreto, o Departamento de Segurança Interna (DHS) também criará listas de cidadãos dos EUA que, segundo o governo, poderiam ser usadas para monitorar os cadastros eleitorais em busca de não cidadãos. A decisão significa que o governo pode avançar com o planejamento para restringir o uso de cédulas enviadas pelo correio, mesmo enquanto uma instância judicial inferior ainda analisa a legalidade do decreto de Trump. Mas, faltando pouco mais de dois meses para o dia da eleição —e bem menos para o início da votação antecipada em muitos estados—, ainda não está claro se as regras da Casa Branca estarão em vigor em uma eleição de meio de mandato na qual está em jogo o controle das duas casas do Congresso. A data nacional para o pleito é 3 de novembro. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.