Corte rejeitou argumentos de que essas medidas violam a Constituição dos EUA e uma lei federal de direitos civis ao discriminar atletas trans. Um manifestante acena com uma bandeira do arco-íris em frente à Suprema Corte dos EUA em Washington (Andrew Harrer/Bloomberg) Publicidade. A Suprema Corte dos Estados Unidos, dividida, manteve leis estaduais que proíbem meninas e mulheres trans de competir por suas escolas em equipes femininas, alinhando-se aos conservadores e ao presidente Donald Trump em um tema divisivo da guerra cultural. A corte rejeitou nesta terça-feira os argumentos de que essas medidas violam a Constituição e uma lei federal de direitos civis ao discriminar atletas trans. Os três ministros liberais divergiram em pontos centrais da decisão. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.