Marca do Grupo DI expande negócio com aposta em curadoria de suplementos e cosméticos; público-alvo é mais focado em prevenção e estilo de vida. Uma farmácia em que o consumidor não vai porque está doente — ou, ao menos, não necessariamente. Essa é a proposta das farmácias do Grupo DI, empreendimentos de luxo em expansão que apostam na inversão da proporção mais comum no mercado. Menos medicamentos, mais produtos diversos. Sob a marca Drogaria Iguatemi, itens cosméticos e suplementos representam 70% dos produtos dispostos nas lojas, contra 30% de medicamentos. A mesma proporção se reflete nas vendas, onde os medicamentos representam apenas 40% da composição dos resultados. Tudo isso, avalia a empresa, em função do seu perfil de clientes. “Entendemos que o nosso cliente tem uma saudabilidade mais em dia. Ele não precisa estar doente para entrar na loja, falar: que drogaria gostosa”, conta o sócio diretor da empresa, Leonardo Diniz, em entrevista ao InfoMoney. “A prevenção e o estilo de vida do nosso cliente estão um pouco acima da média, por isso a farmácia é um lugar prazeroso para ele.”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.