Defesa diz que prisão preventiva era desproporcional e que medidas cautelares "jamais foram descumpridas". A decisão pela soltura foi assinada nesta quarta-feira (17) pelo ministro Reynaldo da Fonseca. O advogado foi preso no início de março, dias após ter sido denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de estupro, estupro de vulnerável, violência psicológica e cárcere privado. No ano passado, quando a investigação ainda estava em andamento, ele também ficou preso entre setembro e outubro. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.