Medidas incluem recomposição de pessoal, metas de julgamento e foco em áreas cinzentas. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou na quinta-feira, 2, o plano de reestruturação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) apresentado pela União. No despacho, escreveu que o plano tem o objetivo de “resgatar a autarquia da paralisia em que se encontra”. Em junho, Dino havia homologado apenas parte do plano e determinou novas providências para fortalecer a autarquia. Na decisão desta quinta, considerou que as insuficiências foram corrigidas. Entre elas, estão metas de combate aos passivos processuais, a recomposição da força de trabalho e a supervisão de “zonas cinzentas” do mercado. A União, por exemplo, traçou para o colegiado da CVM o objetivo de julgar 150 processos até o fim de 2026. Também informou ter realizado a triagem de mais de 90% do estoque de 1,5 mil processos pendentes de análise. Desses, 30 têm potencial sancionador e receberão tratamento prioritário a partir do plano emergencial. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.