De acordo com a denúncia acolhida, os agentes formaram uma associação criminosa no estado do Rio de Janeiro para garantir a impunidade de crimes de homicídio. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, durante a abertura da fase final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, sobre uma suposta trama para anular as eleições de 2022, em Brasília, Brasil, 2 de setembro de 2025. REUTERS/Jorge Silva Publicidade. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria, nesta quinta-feira, para tornar réus os delegados Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior e Giniton Lages e o comissário da Polícia Civil Marco Antonio de Barros Pinto por associação criminosa e obstrução de justiça. A denúncia foi apresentada em fevereiro pela Procuradoria Geral da República (PGR) em novo processo no âmbito do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A nova ação aponta a criação de uma organização criminosa, liderada por Rivaldo Barbosa, na Polícia Civil do Rio para atrapalhar investigações de homicídios, incluindo interferências no caso Marielle, ocorrido em março de 2018. Na semana passada, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, já havia votado para aceitar a denúncia. E na quarta-feira e nesta quinta, Cristiano Zanin e Flávio Dino, respectivamente, acompanharam o relator. Ainda falta o voto da ministra Carmén Lúcia. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.