STF cobra retirada de invasores de terra indígena, e Funai diz que falta dinheiro
Órgão afirma que precisa de recursos para remover não indígenas da terra Cachoeira Seca, no Pará. A Folha teve acesso a detalhes do processo que corre dentro da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) e do MPI (Ministério dos Povos Indígenas). Desde 2016, ano em que foi homologada, a terra indígena Cachoeira Seca aguarda a retirada de centenas de famílias de não indígenas que ocupam irregularmente o local. A terra é conhecida como uma das que mais sofrem com o desmatamento ilegal em todo o país. A retirada dos não indígenas, porém, depende do pagamento de indenizações por benfeitorias feitas por essas famílias. No dia 1º de junho, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, determinou em uma ação movida pela Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) que a União apresente um plano formal de desocupação da terra indígena. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo