Cineasta volta ao tema que o consagrou em seu novo filme. Aumentar fonte Ouvir o texto Guilherme Luis São Paulo Se alguém na Terra deveria ter recebido a visita de um extraterrestre, esta pessoa é Steven Spielberg. É o que o próprio diretor vem dizendo em entrevistas, nas quais se apresenta como um embaixador desses seres, para divulgar o filme "Dia D", que o leva de volta ao seu universo favorito. Foram os alienígenas que elevaram Spielberg a um dos maiores cineastas do mundo. Primeiro com "Contatos Imediatos de Terceiro Grau", de 1977 —até hoje um dos seus filmes mais elogiados—, depois com "E.T. - O Extraterrestre", de 1982, referência ao unir ficção científica e tintas infantis, e então "Guerra dos Mundos", de 2005, atualizando o livro clássico de H.G. Wells. Após duas décadas, ele retorna aos discos voadores para falar, mais uma vez, do encontro entre o comum e o extraordinário. "Dia D", hoje nos cinemas, não questiona apenas se estamos sozinhos na galáxia, mas o que deveríamos fazer frente a possíveis visitantes. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.