No Web Summit, investidores defendem que retomada do VC passa por encontrar o próprio tamanho, com cheques, valuations e saídas à brasileira. Marcello Gonçaves (DOMO.VC) e Frederico Wiesel (Spectra) | (Foto: divulgação/Web Summit) Publicidade. Série A, B, C, D, IPO bilionário e festa na Nasdaq. A escadinha consagrada pelo venture capital americano virou cartilha mundo afora mas, para investidores reunidos em um painel no Web Summit Rio, insistir nesse roteiro é justamente o que mantém o ecossistema brasileiro preso no inverno que se arrasta desde 2022. Para Marcello Gonçalves, sócio da DOMO.VC, a primavera segue sem data para chegar ao venture capital brasileiro. “Estou me sentindo meio no Game of Thrones. Não estou vendo nenhum raio de sol aparecer, pelo menos até as eleições. Juro a 15%, mentalidade curto-prazista do investidor. O Brasil hoje não está fácil para pensar em negócio de longo prazo, como é o venture capital”, disparou Marcello. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.