Empresa dedica um terço do orçamento à área de tecnologia, em um cenário em que cripto já supera os aportes em previdência privada. Bruno Venceslau, superintendente de Dados da Brasilprev. (Foto: Divulgação) Publicidade. Aprevidência privada está cada vez mais distante dos investidores brasileiros. Menos de 2% da população utiliza esse produto financeiro atualmente, segundo o Raio X do Investidor, divulgado pela Anbima. O volume é mais baixo até mesmo que as criptomoedas, que são a preferência de 11% das pessoas ouvidas pela pesquisa. “Mais gente investe em criptoativos do que em previdência privada. Isso deixa a gente muito chateado. Ou estamos perdendo para um hype ou estamos nos vendendo de uma forma tão complicada que o cripto chega a parecer até mais simples”, admite Bruno Venceslau, superintendente de Dados da Brasilprev. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.