Enquanto parte do mercado teme desemprego em massa, investidores apostam que a IA criará mais empresas, soluções e, talvez, mais trabalho. Gabriel Farme, partner da Graphene Ventures (Foto: Divulgação/Web Summit Rio 2026) Publicidade. medo de que a inteligência artificial elimine empregos em massa domina parte das discussões sobre o futuro do trabalho. No Brasil, porém, a tecnologia deve chegar primeiro para preencher lacunas – e não necessariamente para substituir trabalhadores. Pelo menos, essa é a visão de Gabriel Farme, partner da Graphene Ventures, gestora de venture capital fundada no Vale do Silício. “Ainda temos muita ineficiência no país. Por isso, acredito que a IA virá primeiro para potencializar pessoas a criar soluções e preencher esses gaps, antes de deslocar empregos”, afirmou Gabriel durante painel no Web Summit Rio 2026. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.