Startups: CVCs avançam na Série B e optam por mais estratégia e menos FOMO
Aportes de corporate venture capital nas séries A e B, juntas, superaram os investimentos em estágio Seed, mostra estudo da EloGroup. Cinco anos depois do auge da euforia no mercado brasileiro de startups, o ecossistema de corporate venture capital (CVC) passou a adotar uma postura mais seletiva e disciplinada, com menos FOMO – sigla em inglês para Fear of Missing Out ou medo de ficar de fora – e mais estratégia. A conclusão está no estudo CVC in Brazil 2025, desenvolvido pela EloGroup em parceria com ApexBrasil, ABVCAP e Global Corporate Venturing (GCV). Segundo a pesquisa, apresentada durante a Maravalley Week, os fundos brasileiros de CVC participaram de 66 rodadas de investimento entre julho de 2024 e junho de 2025, totalizando cerca de US$ 700 milhões investidos. Desse total, 26 foram rodadas Seed, que representam a maioria dos aportes. No entanto, startups em estágios mais avançados tiveram uma proporção relevante de deals, com 14 na Série A e 18 na Série B. O levantamento também mostra que 30 dessas 66 rodadas foram lideradas por fundos de CVC brasileiros, apontando para um protagonismo maior desses veículos de investimento. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney