Pesquisa mostra que a qualidade e a duração do sono influenciam o tempo de permanência no mercado de trabalho e a expectativa de vida profissional. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Ciência Home Ciência Sono ruim pode custar quase 1 ano de carreira após os 50 anos, aponta estudo Pesquisa mostra que a qualidade e a duração do sono influenciam o tempo de permanência no mercado de trabalho e a expectativa de vida profissional Sono: pesquisa relacionou a qualidade e a duração do descanso noturno à expectativa de vida profissional após os 50 anos (stefanamer/Getty Images). Priorizar nos meus resultados Google Tudo sobre Acompanhe tudo sobre plano-de-carreira Saiba mais Dormir mal na meia-idade pode trazer consequências que vão além do cansaço no dia seguinte. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Turku, na Finlândia, indica que pessoas com mais de 50 anos que apresentam distúrbios frequentes do sono ou dormem nove horas ou mais por noite tendem a permanecer menos tempo no mercado de trabalho. Os resultados foram publicados na revista científica Occupational and Environmental Medicine. A pesquisa mostrou que indivíduos com problemas graves de sono podem perder cerca de oito meses de vida profissional em comparação com aqueles que dormem bem. Já quem costuma dormir nove horas ou mais por noite apresentou uma expectativa de permanência no trabalho aproximadamente nove meses menor do que pessoas com duração de sono considerada normal. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.