Raúl Guillermo Rodríguez Castro afirma ao jornal USA Today que Cuba pode libertar prisioneiros políticos. "Posso negociar com qualquer pessoa designada pelos EUA. Se tiver a oportunidade, claro que com Trump", disse Rodríguez Castro à publicação americana. Ele também afirmou que Cuba está disposta, nas condições adequadas, a libertar pessoas consideradas prisioneiras políticas, o que sinaliza uma abertura para a discussão de um dos principais pontos de atrito entre Havana e Washington. As falas foram feitas em um contexto de forte tensão entre os países. Em maio, os EUA anunciaram o indiciamento de Raúl Castro, 94, por seu suposto envolvimento na derrubada de dois aviões civis pela Força Aérea de Cuba, em 1996. Ele enfrenta quatro acusações de homicídio e duas de destruição de aeronave, segundo documentos judiciais do caso. A medida representou um novo agravamento das relações entre os rivais e ocorreu enquanto Trump intensifica a pressão por uma mudança de regime em Cuba, controlada por comunistas desde a revolução liderada por Fidel Castro, em 1959. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.