Retomada de ataques complica mais a situação, e agência deve pressionar Teerã com nova resolução. "Desde [os ataques americanos ao programa nuclear iraniano em 2025], nós não tivemos acesso a essas instalações. É importante estabelecer que o Irã está cumprindo suas obrigações ante o Tratado de Não Proliferação Nuclear", disse o argentino, à frente da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) desde o fim de 2019. O argentino, que é candidato a secretário-geral da ONU neste ano, respondia a uma questão feita pela Folha em entrevista coletiva na sede da agência, em Viena. Com a retomada das hostilidades mais abertas no Oriente Médio, o que era difícil parece agora impossível. "Tenho contatos esporádicos com o Ministério das Relações Exteriores do Irã. Os canais de comunicação estão cortados", afirmou. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.