Sindicato de aposentados é contra nova reforma da Previdência
Entidade, que tem irmão de Lula como vice-presidente, defende combate à sonegação e cobrança de dívidas como alternativas ao ajuste. Reportagem da Folha mostrou estudos que defendem aumento da idade mínima na aposentadoria para 67 anos, elevação na alíquota de contribuição do MEI (Microempreendedor Individual), de 5% para 11%, e pagamento de adicional para a mulher com filhos, entre outras medidas. Em nota, a entidade afirma que os debates em busca de resolver questões fiscais com regras mais duras aos trabalhadores impõem "novos sacrifícios" à categoria. "O Sindnapi é contrário a qualquer iniciativa que tenha como ponto de partida a retirada de direitos ou a criação de mais obstáculos para quem trabalha, produz riqueza e contribui durante toda a vida para a Previdência Social", diz o texto. Sobre o aumento da idade mínima dos atuais 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) para 67 anos, o sindicato se posiciona. Afirma não ser "justo nem aceitável que, a cada discussão sobre o tema, a primeira solução apresentada seja aumentar a conta para quem já suporta o peso da carga tributária e das dificuldades do mercado de trabalho". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo