Simpósio no Rio discute futuro da mídia sonora no Brasil
A radialista Mara Régia lembrou que o rádio continua sendo instrumento de cidadania e pertencimento para milhares de pessoas que ainda dependem do veículo como principal fonte de. Promovido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e pelo Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom, o simpósio propõe reflexões sobre as continuidades e rupturas do rádio diante das transformações tecnológicas, culturais e políticas por que passa a comunicação contemporânea. A abertura do evento ocorreu um dia após o Encontro da Rede Nacional de Comunicação Pública, realizado também no Rio de Janeiro, que reuniu representantes de cerca de 330 emissoras públicas e privadas de rádio e televisão. A EBC, que tem a Rádio Nacional como uma de suas principais marcas históricas, atua hoje como cabeça de rede da comunicação pública brasileira. As mesas realizadas nessa quarta-feira discutiram memória, inovação tecnológica, produção de conteúdo em áudio, comunicação pública e o alcance social do rádio, especialmente na Amazônia, onde cerca de 80% da população ainda ouvem rádio diariamente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Agência Brasil