Em painel no Construsummit, representantes da Caixa, CBIC, ABECIP e ABRAMAT projetam novo ciclo de crescimento, mas alertam para riscos ligados à Selic, ao funding, à mão de obra. O setor imobiliário brasileiro já olha para 2027 com mais cautela, diante do ambiente de juros altos, das incertezas fiscais e de desafios estruturais que ainda limitam uma expansão mais robusta da construção. Em painel realizado na última semana no Construsummit, em Florianópolis (SC), representantes do setor afirmaram que o mercado deve seguir em crescimento no curto prazo, embora em ritmos diferentes entre crédito, obras e indústria de materiais. A avaliação predominante foi a de que 2026 deve continuar sendo um ano forte para o crédito imobiliário, impulsionado sobretudo pelo Minha Casa Minha Vida e pelo FGTS. Já 2027 dependerá mais claramente de uma melhora do cenário macroeconômico para destravar o segmento de média e alta renda. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.