Sete choques em seis anos: como a inflação global chegou ao bolso do brasileiro
Pandemia, guerras, tarifaço e seca: Clara Sodré explica no Espresso Outliers como eventos inflacionário recentes afetaram preços, juros e câmbio no Brasil. Pandemia de Covid-19, guerra na Ucrânia, tarifaço de Trump, guerra no Irã, El Niño, crise hídrica, tensão fiscal. Nos últimos seis anos, o Brasil sofreu pelo menos sete choques inflacionários – e cada um deles chegou ao bolso do consumidor de uma forma diferente. “Esses choques não são eventos isolados. Eles se conectam, às vezes um alimentando o outro, e juntos explicam por que o Banco Central aqui no Brasil e lá nos Estados Unidos faz o que faz, por que o dólar oscila do jeito que oscila e por que os seus investimentos reagem da forma que reagem”, afirma Clara Sodré, analista de fundos da XP, no Espresso Outliers InfoMoney. Um marco nessa história é março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde definiu a Covid-19 como uma pandemia: fábricas fecharam, voos foram cancelados, lojas abaixaram as portas ao redor do mundo. A resposta dos governos foi injetar dinheiro na economia. Nos Estados Unidos, foram cerca de US$ 5 trilhões em pacotes de estímulo e crédito barato. No Brasil, o auxílio emergencial chegou a mais de 65 milhões de pessoas e, entre agosto de 2020 e março de 2021, a taxa Selic caiu para 2% ao ano – o menor nível da história. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney