Set de "Dark horse" teve tensão, sinais de investimento alto e champanhe
Filme sobre a facada no ex-presidente teve patrocínio de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master e preso sob acusações de corrupção e outros crimes. Jim Caviezel interpreta Jair Bolsonaro em filme chamado "Dark Horse". Foto: reprodução Publicidade. As filmagens de Dark Horse tiveram momentos de tensão nos bastidores, porque boa parte da equipe era progressista, como é comum no meio audiovisual, enquanto os líderes do projeto eram identificados com o bolsonarismo e o trumpismo — como o roteirista Mário Frias e o diretor Cyrus Nowrasteh. Além disso, o dia a dia da produção deixava claro que o longa contou com altos investimentos, conforme participantes relataram ao GLOBO. Dark Horse, ou “azarão”, conta a história da facada em Jair Bolsonaro e de sua ascensão à presidência. A produção teve patrocínio do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, preso sob acusações de lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa, táticas de intimidação, coerção e outros crimes. O GLOBO questionou a produtora Go Up, responsável pelo projeto, sobre os bastidores das filmagens, mas não teve resposta — o espaço segue disponível. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney