Serviço público federal tem déficit de 32 mil servidores com deficiência, diz auditoria
Auditoria do TCU cobra do governo metodologia unificada para monitorar concursos e aplicação das reservas de vagas. Auditoria do TCU aponta falhas na aplicação de cotas em concursos públicos federais e revela baixa presença de negros e pessoas com deficiência no serviço público. O Tribunal de Contas da União identificou falhas na aplicação das políticas de cotas para pessoas negras e pessoas com deficiência em concursos públicos da administração pública federal. Auditoria realizada pelo órgão analisou o período entre 2014 e 2024 e apontou problemas no monitoramento, na transparência, na padronização das informações e na implementação das reservas de vagas. Segundo o levantamento, entre 2014 e 2019, apenas 15,4% dos aprovados em concursos federais ingressaram por meio da política de cotas raciais, percentual abaixo do mínimo legal de 20% previsto na legislação. Nas universidades federais, o cenário é ainda mais restrito: somente 0,53% das vagas para professores foram ocupadas por cotistas negros. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: ND Mais