Resolução vai a plenário após 7 tentativas; republicano derrotado por trumpista nas urnas resolveu apoiar medida. Se for aprovado no Senado, o texto ainda precisa passar pela Câmara, onde o Partido Republicano também tem maioria. Por fim, a lei estaria sujeita a um veto de Trump, que só poderia ser derrubado pelo Congresso com uma maioria de dois terços dos deputados e senadores —algo extremamente improvável. A medida que será analisada pelo plenário do Senado americano força Trump a interromper operações militares contra o Irã até que obtenha autorização do Legislativo para tanto. A Casa Branca argumentou inicialmente que o conflito não se tratava de uma guerra aberta e, portanto, não necessitaria de aprovação do Congresso. Voltar Compartilhe Ícone Facebook Facebook Ícone Whatsapp Whatsapp Ícone X X Ícone de messenger Messenger Ícone Linkedin Linkedin Ícone de envelope E-mail Ícone de link Cadeado representando um link Copiar link Ícone fechar Carregando... O senador Bill Cassidy, do estado da Louisiana, tornou-se o quarto republicano na Casa a votar contra Trump depois de ser derrotado em uma primária no último sábado (16) por um candidato apoiado pelo presidente. Além dele, os senadores republicanos Rand Paul, do Kentucky, Lisa Murkowski, do Alasca, e Susan Collins, do Maine, também se juntaram à oposição para apoiar a lei. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.