Senado aprova incentivo a fertilizantes, e renúncia fiscal fica para jabuti na Câmara
Previsão era que benefício chegaria a R$ 10 bi em cinco anos; acordo com governo reduziu cifra para R$ 5 bi. Originalmente, o texto ainda previa uma renúncia fiscal de R$ 2 bilhões ao ano por cinco anos, mas o valor ficou fora da redação final, em uma manobra acordada entre o governo Lula (PT) e o Congresso Nacional. Com a mudança, o projeto aprovado estabeleceu apenas o escopo geral do programa. A articulação inlclui a Câmara dos Deputados, que votará na terça ou na quarta uma série de jabutis (como são chamados os artigos estranhos ao assunto principal da proposta) incluídos no projeto de lei complementar (PLP) que permite usar a receita extraordinária do petróleo para abater tributos dos combustíveis. O acordo fechado com o Ministério do Planejamento prevê que o jabuti para o Profert (Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes), como a proposta foi batizada, estabeleça a renúncia fiscal limitada a R$ 5 bilhões, o que reduzirá o incentivo a R$ 1 bilhão ao ano entre 2027 e 2031. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo