Parecer de Paulo Gonet sustenta que ex-presidente não apresentou fatos novos capazes de justificar revisão da condenação por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro chega em casa para começar a cumprir prisão domiciliar, após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, depois de ter sido condenado por maioria da Corte por tramar um golpe para permanecer no poder após perder a eleição de 2022, em Brasília, Brasil, em 27 de março de 2026. REUTERS/Adriano Machado Publicidade. A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra a tentativa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de reabrir a discussão sobre sua condenação na ação da trama golpista. Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que a defesa não apresentou elementos inéditos capazes de justificar a revisão da sentença que condenou Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.