Sell-off na B3: comprar exportadoras ou apostar na queda dos juros? O que fazer agora
Enquanto JPMorgan recomenda uma postura mais defensiva e focada em exportadoras, BBI vê oportunidade nas ações ligadas à queda da Selic; após roadshow na Ásia, Itaú BBA encontrou. Embora haja consenso de que o Brasil continua barato em termos de valuation, os bancos têm apresentado diagnósticos diferentes sobre quais setores devem liderar os retornos daqui para frente. De um lado, o Bradesco BBI argumenta que o sell-off criou oportunidades justamente em papéis que mais sofreram com a alta recente da curva de juros. Do outro, o JPMorgan reduziu sua recomendação para o Brasil de overweight (exposição acima da média do mercado) para neutra e passou a priorizar empresas de perfil mais defensivo, exportadoras e de alta qualidade. Já o Itaú BBA relata que investidores asiáticos seguem positivos com o país, mas ainda evitam uma aposta mais ampla no chamado “beta Brasil”. Para a equipe liderada por Ben Laidler, do Bradesco BBI, a recente correção da Bolsa não foi motivada por deterioração relevante dos fundamentos econômicos ou corporativos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney