Debêntures, CRIs, CRAs ou FIDCs? Com a perspectiva de que os juros ficarão mais altos por mais tempo, investidores buscam proteção sem abrir mão de retorno. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Invest BTG Insights Guia de Investimentos Invest Opina Invest Pro Mercados Minhas Finanças Onde Investir Home Invest Onde Investir Selic alta por mais tempo favorece FIDCs no crédito privado, dizem gestores Debêntures, CRIs, CRAs ou FIDCs? Com a perspectiva de que os juros ficarão mais altos por mais tempo, investidores buscam proteção sem abrir mão de retorno FIDCs: "Você pega um FIDC de automóveis ou consignado pagando entre 0,8% e 1% de spread, enquanto uma debênture de prazo semelhante está em 0,5% ou 0,6%", diz gestor (Mininyx Doodle/Getty Images). A combinação de Selic elevada, spreads comprimidos e aumento dos riscos corporativos está mudando a forma como gestores e investidores olham para o mercado de crédito privado. Em um cenário em que o Banco Central reduziu a taxa básica para 14,25% ao ano, mas sinalizou cautela para os próximos passos, enquanto o mercado já projeta juros de 14% em 2026, ante os 13,75% anteriormente previstos, a busca por retorno deixou de ser suficiente. Agora, a palavra de ordem é proteção. E nesse contexto um ativo tradicionalmente mais restrito aos investidores profissionais passou a ganhar protagonismo: os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.