Seleção brasileira, enfim, inicia era pós-Neymar
Após muitos gols e limitadas glórias, equipe nacional vai adiante sem aquele que foi sua cara por 16 anos. O atacante Vinicius Junior, durante a partida do Brasil contra a Noruega; fluminense deverá assumir a camisa 10 da seleção - Eduardo Anizelli - 5.jul.26 / Folhapress. Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Marcos Guedes Luciano Trindade East Rutherford (Nova Jersey) "Tentei. Agora, acabou", afirmou Neymar, no domingo (5), ainda no gramado do MetLife Stadium, após a derrota por 2 a 1 do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo. "Comecei aqui, fechei aqui", disse, lembrando que sua caminhada em verde e amarelo teve início na própria arena de Nova Jersey, em 2010, com uma vitória por 2 a 0 em amistoso contra os Estados Unidos. De lá para cá, o paulista de Mogi das Cruzes se tornou a cara do time nacional. Foram 16 anos de muitas bolas na rede, algumas glórias e uma porção de frustrações. Entre o primeiro e o 80º gol, conquistou um título, o da Copa das Confederações de 2013, além de ter ganhado a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016, como reforço da equipe sub-23. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo