Seguro mais caro ou barato? Quem mora com você pode pesar na conta
Combinação de dados financeiros, comportamentais e informações de domicílio tornam análises mais precisas para personalizar produtos. O CPF do segurado vem deixando de ser a referência mais relevante para a análise de risco dos indivíduos que compram algum seguro. Com o avanço do uso de dados no mercado segurador brasileiro, empresas começam a explorar modelos que levam em consideração não apenas o comportamento individual do cliente, mas também características das pessoas que vivem na mesma residência. Segundo Ricardo Thomaziello, diretor de analytics de crédito e plataformas da Serasa Experian, uma das oportunidades pouco exploradas pelo setor está na combinação de dados financeiros, transacionais e domiciliares. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney