Segundo tarifaço dos EUA deve penalizar Santa Catarina mais do que o restante do país
Enquanto o impacto médio nacional recuou, SC segue com mais da metade de suas exportações aos EUA sob a mira do tarifaço; setor de madeira e manufaturados lideram as perdas de. Enquanto o impacto médio nacional recuou, SC segue com mais da metade de suas exportações aos EUA sob a mira de sobretaxas; setor de madeira e manufaturados lideram as perdas de competitividade. A entrada em vigor do segundo “tarifaço” norte-americano, prevista para esta quarta-feira (15), coloca o setor produtivo de Santa Catarina em estado de alerta. Um estudo divulgado pela FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) revela que o novo regime aduaneiro imposto pelos Estados Unidos desenha um cenário altamente desafiador para a economia catarinense, com forte potencial de retração nas vendas externas e prejuízos ao mercado de trabalho. A primeira fase de tarifas (ocorrida entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026) já havia deixado cicatrizes profundas no estado. Segundo o presidente da FIESC, Gilberto Seleme, a economia catarinense deixou de gerar cerca de 7,6 mil empregos formais apenas no primeiro ciclo de barreiras. Temas ligados a obras e infraestrutura costumam produzir efeitos concretos sobre planejamento, serviços, logística e decisões de investimento público e privado. Use com naturalidade termos como obras, infraestrutura, mobilidade, litoral norte de SC, Itapema e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: ND Mais