Com prêmios em alta e menos debêntures chegando ao mercado, especialistas recomendam cautela e diversificação para proteger o patrimônio. O mercado de crédito privado brasileiro está com um alerta ligado para uma queda nas novas emissões. Embora a queda no volume de novas debêntures tenha sido tímida no primeiro trimestre – 4% na comparação com o mesmo período do ano passado –, a avaliação de gestores entrevistados pelo InfoMoney é que a fraqueza nas emissões deve aumentar e afetar os papéis que já estão nas carteiras dos investidores. Com juros ainda altos e um cenário de aversão a risco desenhado por eventos de crédito importantes nos últimos meses, as dinâmicas de precificação dos ativos devem passar por novos ajustes. Entenda, a seguir, os motivos que explicam a iminente seca no mercado primário e saiba o que os especialistas recomendam para o investidor proteger e rentabilizar sua carteira. Leia também: Estrangeiro segue dando sustentação à B3, mas muda comportamento em abril; entenda. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.