Mediação do Catar, ataques de Israel e concessões de última hora marcaram a negociação que deu a Trump uma vitória política, mas não a paz. Era noite de luta no jardim da Casa Branca. Sob uma grande estrutura de aço apelidada de “Garra”, Justin Gaethje deu um mortal para trás ao sair do octógono montado no centro do Jardim Sul, depois de vencer a luta principal do UFC. Na plateia, o presidente, recém-chegado aos 80 anos, acabara de anunciar que a guerra com o Irã havia terminado e que o Estreito de Ormuz estava aberto. Horas antes, por volta do momento em que se reunia para um jantar de aniversário com a família dentro da Casa Branca, Donald Trump publicou nas redes sociais uma mensagem anunciando um acordo para encerrar a guerra com o Irã, iniciada por ele quase quatro meses antes: “O acordo com a República Islâmica do Irã agora está concluído. Parabéns a todos! Autorizo plenamente a abertura sem pedágio do Estreito de Ormuz e, simultaneamente, autorizo a remoção imediata do bloqueio naval dos Estados Unidos”, declarou no Truth Social. “Navios do mundo, deem partida nos motores. Deixem o petróleo fluir!”. Mas, como em tantos momentos dessa guerra, a retórica de Trump foi além dos fatos no terreno. O texto ainda não havia sido divulgado, a assinatura formal seguiria a alguns dias de distância e as questões mais difíceis — nuclear, sanções, Líbano — foram empurradas para depois. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.