Hoje o setor já emprega cerca de 4,3 milhões de trabalhadores formais, segundo estudo; mas envelhecimento da população deve acentuar as contratações. A saúde privada já se tornou um dos principais motores da criação de empregos formais no Brasil. Em abril deste ano, o setor respondeu por 1 em cada 5 empregos no País em torno de 21,4% de todas as vagas com carteira assinada. Os dados fazem parte da primeira edição do Monitor de Emprego na Saúde Privada (MESP), divulgado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Dos 85,8 mil postos formais gerados pela economia brasileira no mês, 18,3 mil vieram da cadeia privada de saúde. Hoje, a saúde suplementar já emprega no total cerca de 4,3 milhões de trabalhadores formais no país, volume 3,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os números reforçam uma característica que vem se consolidando nos últimos anos. Enquanto setores mais sensíveis ao ciclo econômico desaceleram diante dos juros elevados e do crédito mais restrito, a saúde continua ampliando contratações impulsionada por fatores estruturais, como o envelhecimento populacional, o aumento das doenças crônicas e a crescente demanda por serviços médicos e assistenciais. “O mercado de trabalho da saúde possui características próprias. Trata-se de um setor intensivo em capital humano e conhecimento, no qual a demanda por profissionais acompanha transformações estruturais da sociedade”, afirma o superintendente-executivo do IESS, Denizar Vianna. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.