Santander (SANB11) sobe 3,87% e testa resistência em R$ 27,41 antes do balanço; veja suportes, resistências e próximos alvos da ação. Após acumular queda de 15,67% em 2026, as units do Santander ( SANB11 ) começam a dar sinais de recuperação no curto prazo. O papel encerrou a última sessão (27) em alta de 3,87%, a R$ 27,37, voltou a superar as médias móveis mais curtas e se aproximou da resistência de R$ 27,41, região que pode definir a continuidade do movimento comprador. O principal gatilho no radar é a divulgação do balanço do segundo trimestre, prevista para 29 de julho. O resultado pode ampliar a volatilidade das ações e determinar se a recuperação ganhará força ou se SANB11 seguirá dentro da estrutura de baixa observada no gráfico diário. No campo fundamentalista, as projeções reunidas pelo InfoMoney apontam para um segundo trimestre mais desafiador para o Santander Brasil. XP, Itaú BBA e Bradesco BBI projetam queda no lucro do Santander no segundo trimestre, com estimativas entre R$ 3,3 bilhões e R$ 3,6 bilhões, pressionadas por provisões, custo de risco e margem financeira mais fraca. O BBI prevê o pior resultado entre os grandes bancos privados, com lucro 18% abaixo do consenso e ROE de 13,5%, além de pressão sobre tesouraria e receitas com tarifas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.