Sánchez reconhece resultado da eleição no Peru sem admitir derrota para Keiko
Principal contestação de herdeiro de Pedro Castillo diz respeito aos votos no exterior, onde Keiko Fujimori venceu. "A democracia exige respeitar a institucionalidade, mas também exige defender a verdade", diz o documento assinado por Sánchez, presidente do Juntos pelo Peru, e líderes de outros dois partidos que formam a coalizão da oposição. "Reconhecemos que o JNE tenha proclamado oficialmente os resultados eleitorais", afirmam, sem reconhecer expressamente a vitória de Keiko. "No entanto, isso não implica renunciar ao direito de apontar e denunciar as irregularidades que ocorreram durante o processo eleitoral, que são de conhecimento público e que, em nossa avaliação, afetaram o processo eleitoral.". A principal contestação de Sánchez diz respeito aos votos no exterior —justamente os que garantiram a vitória, na quarta tentativa, da filha do ditador Alberto Fujimori (1990-2000). O político baseia seu argumento no fato de que, diferentemente do que ocorreu no primeiro turno, no segundo os votos nos consulados não foram digitalizados antes de serem enviados ao Peru. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo