Presidente do Banco Central comentou sobre as pressões de demanda na inflação de serviços, e disse que a busca por sustentabilidade para o crescimento "é o grande desafio". O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galipolo, participa de uma entrevista coletiva na sede do Banco Central do Brasil em Brasília, Brasil, em 27 de março de 2025. REUTERS/Adriano Machado Publicidade. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, alertou nesta quarta-feira (3) que o Brasil ainda não está integrado às cadeias globais de valor da inteligência artificial e que, enquanto isso não mudar, o país não vai conseguir transformar o atual ciclo de crescimento em algo sustentável. O modelo de crescimento brasileiro dos últimos anos com base em renda crescendo acima da produtividade, crédito aquecido e consumo doméstico forte funcionou e ainda protege o Brasil de choques externos, disse Galípolo, mas tem um limite. “A gente enxerga essas pressões de demanda dentro dos indicadores de inflação de serviços, que são mais intensivos em mão de obra, o que responde a essa economia que vem crescendo com taxas de desemprego em mínimo histórico e renda em máximo histórico”, disse durante painel no Fórum Jurídico de Lisboa. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.