Grupo terrorista disse que deixará governo do território, mas desarmamento permanece incerto. Isso estava previsto no plano de paz assinado entre as partes em outubro de 2025 e patrocinado por Donald Trump —assim como o desarmamento do grupo, que, entretanto, ainda não estabeleceu um cronograma para entregar suas armas. Especialistas ouvidos pela Folha avaliam que a decisão do Hamas tem efeito mais simbólico do que prático. A consequência imediata seria o aumento da pressão sobre Israel para que cumpra sua parte do acordo de paz, como a retirada das tropas do território e a entrada de materiais de construção. "Trata-se de uma manifestação de intenções, cedendo à pressão dos EUA e da comunidade internacional e demonstrando boa vontade em relação ao acordo", diz João Koatz Miragaya, mestre em história pela Universidade de Tel Aviv e assessor do Instituto Brasil-Israel. "Suspeito que o Hamas saiba que Israel não vai cumprir com a sua parte — não por livre e espontânea vontade —, o que também influencia a decisão.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.