Vendido como alternativa ao cigarro, produto também causa dependência e aumenta risco de câncer. Enquanto o produto tradicional sueco é recheado com tabaco, o chamado "snus branco" costuma ter apenas nicotina, além de aditivos de sabor e aroma. Mas ambos são consumidos da mesma forma, colocados entre a gengiva e o lábio. Proibida no Brasil, a venda de sachês de nicotina tem crescido no mercado informal e entrou na mira regulatória da Anvisa, que deve decidir se mantém a proibição ou regula o produto, buscado também por quem quer parar de fumar. Estudos apontam, porém, que, além do risco de dependência, os sachês estão associados a maior risco de câncer de boca, câncer de pâncreas e doenças cardiovasculares. Há ainda mais evidências sobre os riscos para a saúde do snus de tabaco. Uma análise de oito estudos prospectivos com mais de 169 mil participantes, publicada em 2020 no International Journal of Epidemiology, apontou que homens não fumantes que usavam snus apresentavam risco 27% maior de morrer por doença cardiovascular do que aqueles que nunca haviam consumido tabaco. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.