Rumores sobre tortura e provas inexistentes distorceram investigação do cão Orelha, diz
Exumação do corpo não encontrou sinais de lesão causada por ação humana; Vídeo que supostamente mostraria agressão nunca foi localizado em perícias. Entre os principais boatos estavam a ligação das famílias envolvidas com lideranças políticas e judiciais em Santa Catarina, formas extremas de tortura e a existência de vídeos que comprovariam o ataque ao animal. A Polícia Civil disse em nota divulgada na terça (12) que já concluiu as investigações sobre o caso e que encaminhou os autos ao Ministério Público. Segundo o órgão, eventuais manifestações sobre o pedido de arquivamento cabem exclusivamente à Promotoria. Os boatos que ganharam força nas redes sociais citavam agressões extremas e sádicas contra Orelha, como supostos chutes na cabeça e uma tentativa de empalamento com um pedaço de madeira. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo