Rotação de ativos e ruídos no Copom: o que fez Ibovespa destoar de NY e cair 0,1%
Apesar de o Copom ter entregue um corte de 0,25 ponto porcentual na Selic na quarta, conforme o esperado, operadores do mercado financeiro têm destacado que a comunicação gerou. O Ibovespa operou lateralizado e aquém da alta vista em Wall Street, pressionado pela falta de clareza em relação às próximas decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) e pela rotação global de ativos, novamente focando em ações de tecnologia e Inteligência Artificial (IA) – enquanto a Bolsa brasileira é majoritariamente formada por commodities. O noticiário externo foi menos adverso, com o Irã confirmando aval para a assinatura de um memorando de entendimento com os EUA e para passagem gratuita pelo Estreito de Ormuz, embora sob rotas e horários específicos. Após máxima aos 169.542,37 (+0,65%) pela manhã, o Ibovespa renovou mínima aos 167.910,63 (-0,32%) a tarde. Por fim, reduziu a baixa e fechou aos 168.277,55 pontos, com recuo de 0,10% à medida em que as ações da Petrobras ( PETR3; PETR4 ) conseguiram inverter o sinal para o positivo (ON 0,14% e PN, +0,73%), com petróleo fechando sem direção única. Vale ( VALE3; +0,20%) também ajudou, enquanto os grandes bancos recuaram, com exceção de BB ON ( BBAS3; +0,62%). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: InfoMoney