Rosa Camargo Artigas (1950 - 2026) - Mortes: Historiadora, foi guardiã do legado
Rosa Camargo Artigas cuidou de acervo e buscou arquivos para preservar trajetória da família. Era também afeita à costura. Não só a de almofadas, roupas e toalhas de mesa, mas costurava a história, ao unir aquilo que testemunhou no ambiente doméstico e o que garimpou em arquivos ao longo de décadas. Rosa foi guardiã e difusora da memória da própria família. E, ao fazê-lo, preservou as ideias e a trajetória da Escola Paulista —vertente da arquitetura moderna reconhecida pela preocupação social e valorização do concreto, cuja maior liderança foi o seu pai, Vilanova Artigas. Historiadora, Rosa se mobilizou para guardar o acervo deixado após a morte do pai, um dos maiores nomes da arquitetura brasileira, em 1985. Esteve à frente da criação da Fundação Vilanova Artigas, com o apoio de amigos e da mãe, a artista Virgínia Camargo Artigas, cujo legado também resgatou. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo