Roland Garros e a guerra na Ucrânia: com Andreeva e Kostyuk, conflito chegou à quadra
A russa avançou à final feminina ao bater a ucraniana, que dias antes viu um míssil atingir um prédio vizinho à casa de sua família, em Kiev. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Esporte Home Esporte Roland Garros e a guerra na Ucrânia: com Andreeva e Kostyuk, conflito chegou à quadra A russa avançou à final feminina ao bater a ucraniana, que dias antes viu um míssil atingir um prédio vizinho à casa de sua família, em Kiev Roland Garros: quando a política entra na quadra (Dimitar DILKOFF / AFP). Nesta quinta-feira, 4, em Paris, Mirra Andreeva se tornou a primeira finalista de Roland Garros 2026, aos 19 anos. É o ponto mais alto de uma carreira que mal começou. E seria uma bela história de superação esportiva, não fosse uma segunda linha em sua biografia: Mirra é russa, e foi sua nacionalidade, mais do que a raquete, que fez de sua vitória algo maior do que uma partida de tênis. A jovem atleta, nascida na Sibéria, ditou o jogo do primeiro ao último ponto, em um confronto que durou pouco mais de uma hora. B ateu a ucraniana Marta Kostyuk por 6-1 e 6-3. Com o resultado, encerrou a invencibilidade da rival nesta temporada e garantiu vaga na primeira decisão de Grand Slam da carreira. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame