Ex-presidente colocou Rogéria, Ana Cristina e Michelle em diferentes cargos, o que acarretou disputas na própria família. A rixa entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o enteado que disputará a Presidência, Flávio Bolsonaro, é o caso mais recente de um antigo padrão familiar. Jair Bolsonaro colocou as três mulheres com as quais foi casado em situações políticas que despertaram rachas, disputas eleitorais entre integrantes da família ou investigações por suspeitas de irregularidades. Agora, a exposição das insatisfações de Michelle em relação ao senador representa uma crise no momento de maior projeção de um parente do ex-presidente. A esposa de Jair, que chegou a deixar o comando do PL Mulher, reluta em se envolver na empreitada do enteado, que vê em risco o engajamento de setores como as mulheres e os evangélicos. Um dos casos mais emblemáticos na história política da família se deu em 2000. Divorciado da vereadora carioca Rogéria, eleita em 1992 e 1996 com sobrenome do marido, o então deputado Bolsonaro resolveu colocar um dos filhos do casal, Carlos, para concorrer contra a própria mãe. Aos 17 anos, ele foi eleito para o cargo no qual ficou até dezembro do ano passado, e Rogéria não conseguiu a recondução. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.