Robô autônomo usa sons para localizar vida em recifes
Robô subaquático autônomo usa sensores acústicos e câmeras para localizar vida marinha e rastrear barracudas. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Robô autônomo usa sons para localizar vida em recifes Robô subaquático autônomo usa sensores acústicos e câmeras para localizar vida marinha e rastrear barracudas Ana Luiza Figueiredo 15/05/2026 18:05 O cientista da WHOI e líder do WARP Lab, Yogesh Girdhar, testa o veículo subaquático autônomo CUREE (Curious Underwater Robot for Ecosystem Exploration) nas Ilhas Virgens Americanas, em novembro de 2021. O robô foi projetado para navegar e analisar ambientes complexos de recifes de coral de forma autônoma, identificando hotspots de biodiversidade - Imagem: Dan Mele/Woods Hole Oceanographic Institution Compartilhe: Um robô subaquático autônomo está sendo testado para mapear a biodiversidade em recifes de coral usando sensores acústicos e câmeras de alta resolução para localizar vida marinha. O sistema, desenvolvido pela Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI), conseguiu seguir uma barracuda por mais de 300 metros de forma majoritariamente autônoma. Chamado de Curious Underwater Robot for Ecosystem Exploration (CUREE), o equipamento combina hidrofones, câmeras e um computador de bordo para identificar áreas com maior concentração de espécies marinhas. Nos testes realizados em Joel’s Shoal, nas Ilhas Virgens Americanas, o robô conseguiu detectar o som de camarões à distância e acompanhar peixes em movimento. Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Science Robotics. Os recifes de coral ocupam menos de 0,1% do espaço físico dos oceanos, mas cerca de um quarto de todas as espécies marinhas passam parte de suas vidas nesses ambientes. Segundo os pesquisadores, esses ecossistemas enfrentam ameaças ligadas à pesca excessiva, ao desenvolvimento humano e ao aumento da temperatura dos oceanos. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital