Jornalista e editor diz que impulso criativo aumenta com a proximidade do fim. Ele conta que a estreia tardia vinha sendo preparada havia tempo. "A gente vai ficando mais velho, mais perto do fim e sente o impulso de criar", afirma. Ele cita o ensaísta americano Kenneth Rexroth: "Contra a ruína do mundo só existe uma defesa: o ato criativo". O livro acompanha Roberval Pompermayer, jornalista veterano que perdeu espaço e acaba envolvido com a fabricação de celebridades, a contravenção, o mercado financeiro, a política e uma startup de inteligência artificial. Para ele, o romance não representa propriamente uma ruptura. "Até hoje eu vivi da narrativa, de contar histórias. Como repórter, produtor e diretor de documentários e editor de livros. Acho que é o que eu gosto de fazer. Minha maneira de habitar o mundo.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.