Risco vai além da volatilidade: carteira pode falhar em financiar objetivos
Para Rodrigo Sgavioli, a chance de não conseguir manter o padrão de vida no futuro pode ser um risco maior do que uma queda da carteira. O que deve ser considerado risco em um investimento? A resposta mais comum está ligada à volatilidade: a oscilação do preço de um ativo e a possibilidade de a carteira cair. Para Rodrigo Sgavioli, sócio e head de alocação da XP, essa definição é insuficiente quando se trata de pessoas físicas. Segundo Sgavioli, o investidor não aplica dinheiro apenas para obter uma determinada rentabilidade. Ele tem objetivos que precisam ser alcançados em diferentes momentos da vida, como comprar um imóvel, financiar a educação dos filhos, se aposentar ou preservar patrimônio para os herdeiros. “Aprendemos a medir risco por volatilidade, estresse e oscilação de preço. Mas, quando falamos de pessoas físicas, precisamos olhar por outra ótica: elas têm objetivos diferentes ao longo do tempo”, afirmou Sgavioli durante o painel “Se o CDI não é livre de risco, qual o papel do assessor?”, realizado nesta quinta-feira (23), na Expert XP 2026, em São Paulo. A mediação foi feita por Victor Furtado, head de alocação da W1 Capital. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney