Risco à privacidade: MPF e ANPD são acionados para investigar óculos da Meta no Brasil
O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e a organização Coding Rights protocolaram nesta quinta-feira (20) uma representação contra os óculos inteligentes. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Divulgação/RayBan O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e a organização Coding Rights protocolaram nesta quinta-feira (20) uma representação contra os óculos inteligentes Ray-Ban Meta no Brasil. O documento foi enviado à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e ao Ministério Público Federal (MPF). As entidades pedem que os três órgãos investiguem, de forma coordenada, se a comercialização do produto respeita a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC). O pedido também foi encaminhado ao Ministério da Justiça. Os óculos chegaram ao Brasil em setembro de 2025 e são vendidos por R$ 3.990 no site da Ray-Ban. O dispositivo tem câmeras, microfones e alto-falantes embutidos na armação e permite tirar fotos, gravar vídeos, captar áudio, atender ligações e transmitir conteúdo diretamente para redes sociais. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Canaltech