Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa
Uniforme da seleção caribenha retratava batalha pela independência. Fica argumentou que era uma manifestação política, algo proibido em seu regulamento. A seleção caribenha teve que modificar seus uniformes de jogo depois do veto da Federação Internacional de Futebol (Fifa). A entidade argumentou que era uma manifestação política, algo proibido em seu regulamento. O desenho mostrava um grupo de pessoas segurando uma bandeira vermelha e branca. Em entrevista ao The Athletic, jornal dos Estados Unidos ligado ao The New York Times, um representante do Haiti disse que era uma referência à Batalha de Vertières. Ocorrida em 1803, a rebelião foi decisiva para a derrota francesa no território. A inclusão da imagem valorizava um símbolo de orgulho nacional, mas também explorava uma coincidência. A batalha aconteceu em 18 de novembro de 1803. A seleção de futebol se classificou para a Copa do Mundo no dia 18 de novembro de 2025, ao vencer a Nicarágua por 2 a 0, em jogo válido pelas Eliminatórias. O professor e mestre em história pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Gabriel Léccas pesquisa sobre a memória da revolução haitiana. Ele lembra que não é a primeira vez que uma entidade esportiva censura imagens históricas de uma delegação haitiana. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Agência Brasil