O Volkswagen T-Cross Extreme, versão topo de linha do SUV compacto mais vendido do Brasil, já está há pouco mais de um ano no mercado e, recentemente, ficou um. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Paulo Amaral/Canaltech O Volkswagen T-Cross Extreme, versão topo de linha do SUV compacto mais vendido do Brasil, já está há pouco mais de um ano no mercado e, recentemente, ficou um tempinho nas mãos do CT Auto para passar por uma minuciosa avaliação. A missão principal foi descobrir, enfim, o que a variante mais cara da família ainda tem a oferecer para conseguir se destacar em meio a um segmento cada vez mais competitivo, principalmente após a chegada das marcas chinesas e seus modelos eletrificados. Depois de rodar alguns dias ao volante do T-Cross Extreme, tanto em perímetro urbano quanto em rodovias, foi possível detectar o óbvio: a versão top do SUV compacto é ótima, mas tem um detalhe que, para muita gente, o coloca um passo atrás na briga contra BYD, GWM, Geely, Omoda & Jaecoo e companhia. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.