Restrição a celulares em escolas avança, mas 39% dos diretores relatam dificuldade
Pesquisa feita pelo MEC, com mais de 8.100 unidades públicas e privadas do país, mensura impacto da medida um ano após implementação. A pesquisa tem abrangência nacional e foi realizada em uma amostra de 8.189 escolas, públicas e particulares, em ação em parceria entre MEC, Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Unesco e Instituto Alana. A lei que restringe celulares nas escolas foi sancionada em janeiro de 2025, em uma agenda que mobilizou parlamentares e foi abraçada pelo MEC do governo Lula (PT). A pesquisa divulgada nesta terça-feira (30) mensura a implementação desde então. Segundo os dados, 92% das escolas relatam que conseguiram implementar a restrição. Dessas, 97% afirmam que a medida contribuiu para ampliar a participação dos estudantes nas atividades pedagógicas, 86% concordam que a restrição contribuiu para a redução de ansiedade dos estudantes, e 88% dizem que a medida ajudou a reduzir conflitos digitais e cyberbullying. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo