OUTRO LADO: Iamspe diz que segue a legislação e colabora com investigação em curso. Uma denúncia foi feita ao CNRM (Conselho Nacional de Residência Médica), órgão do MEC (Ministério da Educação), sobre problemas nas residências de ortopedia, neurocirurgia, cirurgia geral, otorrinolaringologia e ginecologia e obstetrícia. Sob condição de anonimato, médicos relataram à Folha exaustão física e psicológica decorrente das condições de trabalho. Gestor do hospital, o Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual) afirma seguir a legislação. Diz também, em nota, que prestou todos os esclarecimentos solicitados pelo CNRM e que colabora com o órgão. Os médicos ouvidos pela reportagem afirmam que os residentes chegam a fazer plantões de 12 horas sem direito a almoço ou pausa para beber água. E que trabalham das 6h às 19h de segunda à sexta-feira, o que já ultrapassa o limite de 60 horas semanais, sem registro de ponto. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.